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Novamente Geografando

Este blog organiza informação relacionada com Geografia... e pode ajudar alunos que às vezes andam por aí "desesperados"!

Novamente Geografando

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Visto de Cima - Lisboa

Mäyjo, 13.12.17
Lisboa é a capital e a maior cidade de Portugal com uma população estimada em 552.700 habitantes.
Esta foto mostra uma parte considerável da área do centro, incluindo o espaço verde à direita chamado "Parque Eduardo VII" - um parque de cidade maciço conhecido pelas suas plantas exóticas, monumentos e vistas panorâmicas da cidade.
Lisboa é a única capital da Europa localizada junto do Oceano Atlântico.

Lisbon_LR.jpg

 

BIO MERCADO, UM ESPAÇO NO CENTRO DE LISBOA, ONDE SÓ ENTRAM PRODUTOS BIOLÓGICOS

Mäyjo, 09.11.16

biomercado

Se há uns anos atrás comprar produtos biológicos era difícil e bastante caro, estando vedado apenas a uma pequena minoria, hoje o cenário é bastante diferente.

 

A quantidade de lojas e supermercados biológicos aumentou, assim como a gama de produtos que estas lojas oferecem é cada vez mais diversificada. É o caso do supermercado BioMercado, na Avenida Duque D’Avila, bem no centro de Lisboa.

Este espaço aposta na combinação de várias rotinas diárias, para tornar mais fácil a introdução de práticas biológicas no nosso dia-a-dia. Aqui é possível fazer as compras lá para casa, bem como encomendar produtos frescos para recolher em dias específicos.

Uma loja bem no centro de Lisboa, a conhecer!

Foto: BioMercado

O Minuto Verde é uma rubrica produzida pela Quercus e emitida aos dias úteis na RTP. 

Foto: BioMercado

RUI LAGINHA: O MORADOR DO PARQUE DAS NAÇÕES QUE FAZ ARRANJOS NO ESPAÇO PÚBLICO POR CONTA PRÓPRIA

Mäyjo, 23.08.15

parque das nacoes_SAPO

Rui Laginha mudou em 1998 para o Parque das Nações, em Lisboa, e desde então se habituou a um “serviço de mordomia”, como o próprio contou à agência Lusa. “Não me preocupava com estas questões [de degradação do espaço público]. Quando via algum problema, no dia a seguir aparecia resolvido”, explicou.

Nos últimos anos, porém, as coisas mudaram. Tanto que decidiu, por sua conta a risco, começar a “fazer pequenas reparações”.

No Parque das Nações há problemas ao nível dos espaços verdes, da iluminação e do sistema de rega. Rui, um engenheiro de telecomunicações que faz parte do grupo informal “Pela Qualidade Urbana do Parque das Nações”, queixa-se da degradação do espaço público, que atribui à passagem da gestão da Parque Expo – criada em 1993 para a reconversão urbanística do agora denominado Parque das Nações – para as mãos da Câmara Municipal de Lisboa e da Junta de Freguesia do Parque das Nações, constituída há dois anos.

“Perante a passividade dos responsáveis”, revelou Rui Laginha, decidiu levar a cabo “acções muito simples” como pregar tábuas que estão levantadas ou reparar bancos de jardim. O cidadão resolveu utilizar a rede social Facebook para divulgar o que tinha feito e “teve muita aceitação” por parte dos outros moradores.

Rui Laginha revelou ainda ter tentado por duas vezes receber apoio institucional para as acções, mas não teve sorte. Por isso decidiu por sua “conta e risco” fazer as intervenções, que, assegura, “não põem em risco as pessoas nem o espaço público”.

Foto: Pedro Ribeiro Simões / Creative Commons

EMEL VAI CRIAR REDE DE 1.200 BICICLETAS PARTILHADAS

Mäyjo, 18.08.15

bicicletas_SAPO

A Empresa de Mobilidade e Estacionamento de Lisboa (EMEL) vai criar uma rede de 1.200 bicicletas partilhadas, que serão distribuídas pela zona alta da cidade e pela frente ribeirinha, anunciou o presidente da empresa à Lusa.

“É um investimento de 1.200 bicicletas distribuídas por pouco mais de 100 postos de recolha e de colocação e que visa o fomento das mobilidades suaves, (…) que não são poluentes e que hoje em dia, por essa Europa fora, são perfeitamente habituais”, afirmou Luís Natal Marques, em declarações à agência Lusa.

Segundo o responsável, a EMEL está a preparar um caderno de encargos para a criação desta rede de bikesharing, pelo que espera “dentro de um ano e pouco tê-lo [ao projecto] na rua”.

“A ideia que há neste momento é que a colocação das bicicletas terá dois espaços definidos: um no planalto, e quando digo planalto da cidade estou a falar na zona mais alta da cidade, e depois na zona ribeirinha, e estou a falar na zona do Cais do Sodré, Terreiro do Paço e depois na zona um pouco mais oriental, no Parque das Nações”, especificou Luís Natal Marques.

Segundo o Plano de Actividades e Orçamento (da EMEL) para 2015, aprovado na semana passada pela Câmara Municipal, a rede de bicicletas terá um custo de cerca de €2 milhões.

O documento revela que para este ano a EMEL prevê um total de investimento de €24 milhões, dos quais €2,8 milhões dizem respeito à construção de um parque de estacionamento subterrâneo no Campo das Cebolas, com 260 lugares.

Foto: slettvet / Creative Commons